Como ferramenta básica utilizada em todos os setores, o computador continuará, provavelmente, a disseminar-se de forma ainda mais acelerada do que até aqui. Em número crescente, ele já está presente em todos os lugares: nas fábricas, no escritório, na residência, na escola, no bolso ou na palma da mão das pessoas.
Alguns cientistas prevêem que, num horizonte de dez a 15 anos, os computadores tendem a tornar-se invisíveis ou quase imperceptíveis, embora onipresentes e espalhados aos milhões ao nosso redor. Sob a forma de microprocessadores cada vez menores, eles estarão presentes na roupa de adultos e crianças, na coleira dos cães de estimação, nos semáfaros, nas paredes, nas portas e janela, nos armários da cozinha, nos portes, no acostamento das estradas.
Com o desenvolvimento de processos de comunicação máquina-máquina, estará nascendo, então, a chamada computação sem limites e sem costura, apesar que alguns destes exemplos citados á cima são possíveis de serem utilizados já. Aliás, essa comunicação máquina-máquina deverá superar largamente a comunicação homem-máquina. Uma de suas características será a disseminação crescente de sensores ou etiquetas eletrônicas (electronic tags) - em especial os dispositivos de identificação por rádiofrequência ( ou RFIDS - Radio Frequency Identificancion Devices). Uma pequena amostra dessa tendência é diálogo entre automóveis e pedágios eletrônicos. Ou, no Japão, a identificação de estudantes por meio de etiquetas eletrônicas no momento em que eles cruzam o portão de entrada de sua escola.